quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Mulher é um ser engraçado. Mas igual a minha eu duvido, duvido que tenha ao menos parecida.
Essa noite que passou de quarta feira, nós fomos em uma festa. De "bicão" na aba da saia do Caio chegamos e a festa estava super gostosa, uma decoração linda.
Mas a comida, o Risotto de queijo que parecia reboque de casa de boliviano se jogasse na parede moldava por si só e grudava mais que super bonde no dedo.
E o frango Xadrez com gosto de panela suja. Mas enfim todos com muita fome se acabando, eu estava na segunda taça de uma bebida que até agora eu acho que é raspadinha com vodka, meio alta e a Ka enxugando as garrafas...
Duas de Skol, segunda caipirinha de Morango..
Senti que ela estava muito sorriso, sim estava altinha. Pegamos o caminho da roça, estava na hora de ir pra casa.
Chegando dei as instruções
- Entra, escova os dentes, tira a maquiagem, deixa a roupa sobre a cama que eu guardo, e deita.
Ela fez tudo exatamente igual.
Eu deitei do seu lado, a bebida subiu pra mente e a cabeça começou a explodir nossa, parecia que o pica pau estava grudado no meu pescoço.
Ela se joga sobre meu corpo, me procura, me procura, me procura e eu estática estava, fiquei.
Sim brochei, pelo fato de a cabeça estar realmente latejando, ela bufou na minha cara
- Sua primeira brocha, voce concorda?
- Sim concordo, brocha mesmo nao aguento de dor na cabeça.
- Argh...
Simplesmente virou de costas e no segundo suspiro estava dormindo.
Acorda as quatro da manhã e de tanto se mexer, me acorda também...
Começamos um diálogo, pelo seu pique e seu jeito comecei a me queixar internamente que já estava na hora de acordar. Quando olho no relógio quatro horas da manhã e ela arrumando assunto até aonde não existia. Me fez diversas perguntas.
Eu olhava e nao estava entendendo
- Não estou mais bebada, estou em plena consciencia mas ainda me sinto estranha
- Hã?
Eu caindo de sono dormi, acordei as sete com ela dormindo feito criança...
- Você lembra da noite de ontem ?
- Não, fizemos amor ?
- Não voce me chamou de brocha
- Me desculpa nunca quis te desrespeitas, eu nao me lembro
----- rs.. *
Vai entender..
É minha, ela é minha
Essa noite que passou de quarta feira, nós fomos em uma festa. De "bicão" na aba da saia do Caio chegamos e a festa estava super gostosa, uma decoração linda.
Mas a comida, o Risotto de queijo que parecia reboque de casa de boliviano se jogasse na parede moldava por si só e grudava mais que super bonde no dedo.
E o frango Xadrez com gosto de panela suja. Mas enfim todos com muita fome se acabando, eu estava na segunda taça de uma bebida que até agora eu acho que é raspadinha com vodka, meio alta e a Ka enxugando as garrafas...
Duas de Skol, segunda caipirinha de Morango..
Senti que ela estava muito sorriso, sim estava altinha. Pegamos o caminho da roça, estava na hora de ir pra casa.
Chegando dei as instruções
- Entra, escova os dentes, tira a maquiagem, deixa a roupa sobre a cama que eu guardo, e deita.
Ela fez tudo exatamente igual.
Eu deitei do seu lado, a bebida subiu pra mente e a cabeça começou a explodir nossa, parecia que o pica pau estava grudado no meu pescoço.
Ela se joga sobre meu corpo, me procura, me procura, me procura e eu estática estava, fiquei.
Sim brochei, pelo fato de a cabeça estar realmente latejando, ela bufou na minha cara
- Sua primeira brocha, voce concorda?
- Sim concordo, brocha mesmo nao aguento de dor na cabeça.
- Argh...
Simplesmente virou de costas e no segundo suspiro estava dormindo.
Acorda as quatro da manhã e de tanto se mexer, me acorda também...
Começamos um diálogo, pelo seu pique e seu jeito comecei a me queixar internamente que já estava na hora de acordar. Quando olho no relógio quatro horas da manhã e ela arrumando assunto até aonde não existia. Me fez diversas perguntas.
Eu olhava e nao estava entendendo
- Não estou mais bebada, estou em plena consciencia mas ainda me sinto estranha
- Hã?
Eu caindo de sono dormi, acordei as sete com ela dormindo feito criança...
- Você lembra da noite de ontem ?
- Não, fizemos amor ?
- Não voce me chamou de brocha
- Me desculpa nunca quis te desrespeitas, eu nao me lembro
----- rs.. *
Vai entender..
É minha, ela é minha



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