quinta-feira, 18 de novembro de 2010





Felino:


Ruan, Dom Ruan animalzinho amarelo da minha namorada. Ele é tão estapafúrdio que fica engraçado. Eu me identifico sou uma desajeitada que se esconde na irreverência.


Ká,ganhou de um ser que não vale a pena lembrar.


Ruan não tem nada de quieto e disciplinado mesmo tendo uma patinha na família pérsia.. Vira lata de tudo.

Muda de estação a cada três horas.
Sua aparência é enganosa, você jura que é um felino amável e é , mas sensivel não, ele morde pula na barriga morde os pés se estiverem pra fora da cama, e se estiver cobertos por baixo do edredom arranha com suas patinhas gordas.

Ruan depende do recolhimento de apartamento: três dias na rua e morre. Cheio de fragilidades, rações especiais ....

Ruan é um babuíno, um hamister, um cachorro e raramente um gato.
Uma calamidade, capaz das mais altas histerias, de trepar na cama, de estraçalhar celulares, derrubar tudo que estiver no criado mudo.
Ao mesmo tempo, é um bebê de bolso. Levá-lo no colo é receber a fincada suave e generosa de suas unhas, pedindo para nunca ser abandonado. Tomado de felicidade, empina o rabo.

A Ka olha, nos observa e diz que nos amamos, fato nos amamos!

Ruan acha sempre um jeito de aparecer entre nós na cama, nos pés.. nos seios isso quando ele não decide dormir sobre o peito da Ka me deixando só observando o quanto é lindo e o quanto eu queria ser o gato por uma noite..
Já que todas as noites o aconchego é apenas meu, dividi-lo é complicado mas aceitável, aqueles olhos amarelos e aquela pelagem exagerada que me deixa todas peluda.. faz qualquer esforço valer a pena.
Sem esquecer a excreção, misericórdia é uma benção..
Como diz a Ka se dinheiro fosse merda, estaríamos milionárias.

Uma coisa é certa:
Quanto pior o gato mais nos apaixonamos!

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